Viação Férrea do Rio Grande do Sul

Por: Ferreoclube   Dia: 21 de julho de 2017

A VFRGS- Viação Férrea do Rio Grande do Sul foi uma companhia ferroviária brasileira fundada em 1920 com o objetivo de constituir uma malha ferroviária integrada no Rio Grande do Sul, atendendo a interesses econômicos e estratégicos da região. A criação de uma malha ferroviária no estado começou a ser discutida na Assembleia Provincial em 1866, e em 1872 a ferrovia foi idealizada pelo engenheiro José Ewbank da Câmara, que propôs a criação de três linhas tronco – Central, Sul e Norte – que serviriam como base para a malha ferroviária do estado, das quais sairiam os ramais para o atendimento integrado e eficiente de todas as regiões do Rio Grande do Sul. Tais linhas foram concretizadas por diversas empresas, e unificadas em 1905 por meio de uma administração única pelo Governo Federal.

 

A primeira ferrovia construída no Rio Grande do Sul foi construída pela Porto Alegre & New Hamburg Railway Company Limited, que assumiu em 1869 a construção de uma linha férrea destinada ao escoamento da produção agrícola da região do Vale médio do Rio dos Sinos, por um traçado ligando Porto Alegre a Novo Hamburgo. Sob o comando do empresário inglês John Mac Ginity, as obras foram iniciadas em Novo Hamburgo no dia 26 de novembro de 1871, em um evento festivo que contou com a presença de diversas autoridades provinciais, eclesiásticas, empresários e colonos da região. Inaugurado em 14 de abril de 1874, o primeiro trecho da ferrovia possuía 33,7 quilômetros de extensão, quatro estações (Porto Alegre, Canoas, Sapucaia e São Leopoldo) e um traçado predominantemente retilíneo, com curvas e rampas suaves. No dia 01/01/1876 foi inaugurada a extensão de nove quilômetros, e abertas as estações de Neustadt (posteriormente renomeada Rio dos Sinos) e Novo Hamburgo, e em 15/08/1903 a extensão de nove quilômetros entre Novo Hamburgo a Taquara, com as estações Hamburgo Velho, Canudos, Campo Bom, Sapiranga, Amaral Ribeiro, Nova Palmeira (posteriormente renomeada Araricá), Campo Vicente e Parobé.

 

Projetada para fazer parte do Tronco Sul da malha ferroviária sul rio-grandense, a E.F. Rio Grande a Bagé foi criada no dia 04/05/1871 mediante Lei Provincial conferindo à União a concessão para a construção de uma ferrovia que partindo do Porto de Rio Grande, na cidade homônima, seguisse rumo ao interior do Estado, passando por Pelotas e Bagé, com o objetivo de comunicar o litoral com a capital e as fronteiras. No dia 10/10/1873, foi liberado o crédito para a realização dos estudos e trabalhos preliminares para a construção dos trilhos na região compreendida entre o litoral e o Alegrete, e de acordo com o projeto realizado pelo empresário Higino Correa Durão, o trecho de Rio Grande a Bagé foi dividido em cinco seções, e o trecho de Bagé a Alegrete em três seções. Em 1880, a concessão foi transferida para a Compagnie Impériale de Chemins de Fer du Rio Grande do Sul, empresa sediada em Paris que fundiu-se com a The Southern Brazilian Rio Grande do Sul Railway em 17 de fevereiro de 1883. O trecho Rio Grande a Bagé, com 280,5 quilômetros de extensão em bitola métrica, foi entregue no dia 2 de dezembro de 1884, com dezenove estações. A frota da ferrovia na época era constituída por 16 locomotivas, 4 carros salão de primeira classe, 10 de segunda, 4 carros correio, 8 carros para bagagem, 186 vagões de carga e 30 troles movidos à tração humana, para a inspeção das vias. A linha tinha início em Rio Grande e cruzava o Canal São Gonçalo para chegar em Pelotas. Dessa cidade, seguia junto ao rio Piratini e após atravessar o vale do Candiota e a Coxilha Grande, chegava a Bagé, onde tinha início a E.F. Bagé a Cacequi, que também fazia parte da concessão de 1873. O entroncamento de Cacequi, de acordo com José Roberto de Souza Dias, em Caminhos de Ferro do Rio Grande do Sul, tornou-se um dos principais pólos ferroviários do Estado:

 

“Essa Conexão foi o preâmbulo da unificação das linhas férreas sul-rio-grandenses. Demonstrava a ascendência da companhia belga sobre seus congêneres e, mais do que isso, a viabilidade da rede. Assim, em 1905, a Estrada de Ferro Rio Grande a Bagé, da qual era cessionária a The Southern Brazilian Rio Grande do Sul Railway, foi encampada pelo governo republicano para compor, a seguir, a rede em formação. Durante vinte anos e sete meses a Estrada de Ferro Rio Grande a Bagé operou com seus trens em nossas fronteiras meridionais, enfrentou uma guerra civil, passou por uma crise econômica nacional e foi reconstruída em vários trechos em virtude de sua precária edificação. Seus resultados do ponto de vista financeiros, não foram satisfatórios. Observando, porém, o conjunto de benefícios diretos e indiretos que acabou trazendo, pode-se concluir que, também, na campanha, os trens cumpriram seus desígnios.”

 

A Estrada de Ferro Porto Alegre a Uruguaiana foi criada em 1873 pelo Governo Imperial, por meio de concessão conferida aos associados Cristiano Benedito Ottoni, Herculano Veloso Ferreira Pena e Caetano Furquim de Almeida. Construída três anos depois do fim da Guerra do Paraguai, a ferrovia tinha como objetivo fomentar o desenvolvimento da região Sul, facilitando o deslocamento de tropas, equipamentos militares e suprimentos para a região fronteiriça. Em 1874, decidiu-se por um traçado até Santa Maria da Boca do Monte, e posteriormente, Cacequi como ponto de entroncamento com a linha que ligava Rio Grande a Bagé. O início das obras, a partir da Margem do Taquari, deu-se no dia 23 de dezembro de 1877. A construção da ferrovia, realizada paulatinamente por lotes de trinta quilômetros de extensão, chegou até o Viaduto do Jacuí(Quilômetro 179,5) no dia 20/12/1883, e a Santa Maria (Quilômetro 261,8) em 1885. Ao longo desse trecho, foram construídas as estações de Margem do Taquari, Santo Amaro, Monte Alegre, João Rodrigues, Couto, Rio Pardo, Pederneiras, Bexiga, Cachoeira, Ferreira, Jacuí(596), Estiva, Arroio do Só e Santa Maria. O trecho compreendido entre Uruguaiana e Cacequi foi concedido mediante licitação ganha pela Rio Grande do Sul Railway Company Limited em 1881. Em 1890, os trilhos chegaram a Cacequi, em uma linha que servia dezenove estações em uma extensão de 178 quilômetros.

 

A E.F. Santa Maria a Passo Fundo, por sua vez, foi criada em 1889, com o objetivo de estabelecer uma conexão com o norte do País, por meio de uma concessão outorgada ao engenheiro João Teixeira Soares para a construção de uma ferrovia que ligasse Santa Maria-RS a Itararé-SP. Teixeira Soares negociou a concessão à Compagnie des Chemins de Fer Sud-Ouest Brésilien, que transferiu parte de seus diretor à Companhia Industrial das Estradas do Brasil, de cuja diretoria o próprio Teixeira Soares fazia parte; ainda em 1893, o controle da ferrovia foi repassado para a E.F. São Paulo-Rio Grande, que o devolveu novamente à Sud-Ouest no começo de 1894. O primeiro trecho, entre Santa Maria e Cruz Alta, foi inaugurado no dia 20 de novembro de 1894 com 160 quilômetros de extensão, e em 25/01/1898 foi entregue o trecho até Passo Fundo, com mais 195 quilômetros de trilhos.

 

No dia 6 de junho de 1905, as estradas de ferro foram encampadas pelo Governo Federal e unificadas na Viação Férrea do Rio Grande do Sul, cujos ativos foram entregues à empresa belga Compagnie Auxiliaire des Chemins de Fer au Brésil. A gestão foi marcada pela expansão da malha da VFRGS, com a expansão das linhas tronco e abertura de diversos ramais, dentre os quais destacam-se a conclusão do trecho Passo Fundo-Marcelino Ramos em 1910, a implantação do trecho Santo Amaro-Barreto-Montenegro e conclusão da ligação Porto Alegre a Uruguaiana em 1911, e a abertura de diversos ramais, como o Ramal de Couto a Santa Cruz, inaugurado em 1905. O período foi marcado pelo crescimento da influência da holding Brazil Railway, que em 1919 possuía 70% das ações da Auxiliaire. Com as diversas complicações financeiras que a Brazil Railway passou após a Primeira Guerra Balcânica(Outubro de 1912 a maio de 1913), a ferrovia entrou em concordata em 1917, e foi estatizada três anos depois.

 

Quando encampada pela União em 1920, a VFRGS possuía 2.328 quilômetros de linhas, 165 estações e paradas, uma frota de 340 locomotivas a vapor e 30 a diesel, 322 carros para passageiros e diversas automotrizes. Sob a administração estatal, a VFRGS assumiu o compromisso de organizar os ativos da antiga Auxiliaire, que em 1942 totalizavam 3.454 quilômetros de linhas, e centralizou as operações nas quatro linhas principais: Santa Maria-Porto Alegre, Santa Maria-Uruguaiana, Santa Maria-Marcelino Ramos e Cacequi-Rio Grande. Distribuídos por essas quatro linhas, a empresa possuía vinte ramais: Entroncamento a Livramento, Uruguaiana a Barra do Quaraí, Uruguaiana a São Borja, Montenegro a Caxias, Rio dos Sinos a Taquara, Taquara a Canela, Carlos Barbosa a Bento Gonçalves, Junção a Beira-Mar, Cruz Alta a Santa Rosa, General Câmara a Margem do Taquari, Ramiz Galvão a Santa Cruz, Dilermando de Aguiar a Santiago, Santiago a São Borja, Alegrete a Quaraí, Cruz Alta a Santo Ângelo, São Sebastião a Dom Pedrito, Dom Pedrito a Livramento, Basílio a Jaguarão e Pelotas a Porto Fluvial.

 

Dentre as realizações da VFRGS sob a gestão estatal, destacam-se a extensão da linha Porto Alegre-Uruguaiana para o município de Canela(1922) e da Variante Diretor Pestana-Barreto, encurtando o traçado dessa linha em 50 quilômetros, em 1938. Na E.F. Rio Grande a Bagé, foi aberto o ramal de São Sebastião a Don Pedrito(1923), que em 1946 foi prolongado para Livramento, onde ligava-se com os trilhos de Livramento a Cacequi. Em 1932, foi aberto o Ramal de Jaguarão, na fronteira com o Uruguai, por onde podia-se seguir para Montevideo; e em 1940, o ramal de Santo Ângelo foi prolongado até Santa Rosa, em sua máxima extensão. Por fim, a VFRGS incorporou a BGS- Brazil Great Southern em 1933, passando a operar toda a malha ferroviária sul rio-grandense.

 

A Viação Férrea do Rio Grande do Sul foi a última companhia ferroviária estatal incorporada à RFFSA, em 1959. Transformada em 13ª Divisão Operacional, com sede em Porto Alegre, a malha foi reestruturada, com o fechamento de diversos ramais considerados antieconômicos nos anos 1960, e o parque de tração passou por uma vasta reestruturação, com a erradicação da tração a vapor. Em 1976 foi criada a Superintendência Regional nº6, com a incorporação da Ferrovia Tereza Cristina, pertencente à Divisão Operacional de Tubarão(que seria posteriormente desmembrada como Superintendência Regional º9, com sede em Tubarão-SC). Em 1982, a linha desativada de Porto Alegre a São Leopoldo foi reconstruída pela Trensurb em bitola larga(1,60m) para o Metrô de Porto Alegre, que entrou em operação no dia 2 de março de 1985. Por fim, os trens de passageiros foram suprimidos em 1996, quando a malha foi repassada à Ferrovia Sul Atlântico(posteriormente ALL), que priorizou o transporte de cargas na região.

 

Imagens:

Composição mista na estação de Hamburgo-Berg (atual Hamburgo Velho), na linha da E.F. Porto Alegre a Novo Hamburgo, em um postal datado de 1903

Composição mista na estação de Hamburgo-Berg (atual Hamburgo Velho), na linha da E.F. Porto Alegre a Novo Hamburgo, em um postal datado de 1903

 

Primeira estação de Porto Alegre, inaugurada pela E.F. Porto Alegre a Novo Hamburgo no dia 14 de abril de 1874, em um postal datado de 1904. A construção foi demolida em 1898 e substituída para dar lugar à segunda estação, inaugurada no mesmo ano

Primeira estação de Porto Alegre, inaugurada pela Porto Alegre and New Hamburg Railway no dia 14 de abril de 1874, em um postal datado de 1904. A construção foi demolida em 1898 e substituída para dar lugar à segunda estação, inaugurada no mesmo ano

 

Segunda estação de Porto Alegre, inaugurada em 1898 e desativada (e posteriormente demolida por volta de 1973. A terceira estação foi inaugurada em 14 de abril de 1970 e desativada em 1983. Por fim, a quarta estação de Porto Alegre foi inaugurada em 1985, pela Trensurb

Segunda estação de Porto Alegre, inaugurada em 1898 e desativada (e posteriormente demolida por volta de 1973. A terceira estação foi inaugurada em 14 de abril de 1970 e desativada em 1983. Por fim, a quarta estação de Porto Alegre foi inaugurada em 1985, pela Trensurb

 

Composição da E.F. do Riacho trafegando por um trecho de corte na rocha. Postal datado de 1900

Composição da E.F. do Riacho trafegando por um trecho de corte na rocha. Postal datado de 1900

 

Estação de Santa Maria, inaugurada em 13 de outubro de 1885 pela E.F. Porto Alegre a Uruguaiana, em fotografia de 1910

Estação de Santa Maria, inaugurada em 13 de outubro de 1885 pela E.F. Porto Alegre a Uruguaiana, em fotografia de 1910

 

Estação Ferroviária de Tristeza, em Porto Alegre, inaugurada em 14 de janeiro de 1900, pela E.F. do Riacho. Postal datado de 1910

Estação Ferroviária de Tristeza, em Porto Alegre, inaugurada em 14 de janeiro de 1900, pela E.F. do Riacho. Postal datado de 1910

 

Ponte sobre o Rio dos Sinos, entre São Leopoldo e Novo Hamburgo entre 1874 e 1875, em um postal datado de 1912

Ponte sobre o Rio dos Sinos, entre São Leopoldo e Novo Hamburgo entre 1874 e 1875, em um postal datado de 1912

 

Desembarque de missionários suecos na estação de Ijuí (inaugurada em 23 de março de 1911), no ramal de Santo Ângelo, por volta de 1915

Desembarque de missionários suecos na estação de Ijuí (inaugurada em 23 de março de 1911), no ramal de Santo Ângelo, por volta de 1915

 

Locomotiva Mallet da VFRGS nos anos 1920. Assim como as Garratt, a Companhia fazia uso de máquinas Mallet devido ao grande porte e robustez e flexibilidade e boa distribuição de peso por eixo

Locomotiva Mallet da VFRGS nos anos 1920. Assim como as Garratt, a Companhia fazia uso de máquinas Mallet devido ao grande porte e robustez e flexibilidade e boa distribuição de peso por eixo

 

Locomotiva a vapor articulada de rodagem 2-6-6-2, fabricada pela Henschel em 1924

Locomotiva a vapor articulada de rodagem 2-6-6-2, fabricada pela Henschel em 1924

 

Outra locomotiva a vapor da companhia, fabricada pela Henschel & Sohn

 

Trem de passageiros parado com um carro tombado na curva da ponte do rio Uruguai, fotografado da estação de Marcelino Ramos. Inaugurada no dia 30 de agosto de 1910 na divisa dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, era conhecida como "Portal Ferroviário do Rio Grande do Sul" até os anos 1970. Fotografia datada de 1930

Trem de passageiros parado com um carro tombado na curva da ponte do rio Uruguai, fotografado da estação de Marcelino Ramos. Inaugurada no dia 30 de agosto de 1910 na divisa dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, era conhecida como “Portal Ferroviário do Rio Grande do Sul” até os anos 1970. Fotografia datada de 1930

 

Alfândega da ponte ferroviária que ligava a cidade Gaúcha de Uruguaiana a Rio Blanco, no Uruguai

Alfândega da ponte ferroviária que ligava a cidade Gaúcha de Uruguaiana a Rio Blanco, no Uruguai

 

Famoso Trem Farroupilha da VFRGS, que fazia a rota

Famoso Trem Farroupilha da VFRGS, que fazia a rota Porto Alegre – Santa Maria, em foto de propaganda da Companhia datada de 1932

 

Funcionários e passageiros da VFRGS na estação de Rio Pardo, durante a cheia do rio homônimo no dia 7 de maio de 1941

Funcionários e passageiros da VFRGS na estação de Rio Pardo, durante a cheia do rio homônimo no dia 7 de maio de 1941

 

Chegada das locomotivas DH Essingen P42 na VFRGS, em 1952

Chegada das locomotivas DH Essingen P42 na VFRGS, em 1952

 

Locomotiva DH Esslingen P42 com uma composição mista no interior do Rio Grande do Sul, nos anos 1950

Locomotiva DH Esslingen P42 com uma composição mista no interior do Rio Grande do Sul, nos anos 1950

 

 

Mapa das linhas da VFRGS em dezembro de 1965

Mapa das linhas da VFRGS em dezembro de 1965

 

Trem Minuano da VFRGS. Sem data. Autor desconhecido

Trem-unidade diesel hidráulico Minuano da VFRGS. Sem data. Autor desconhecido

 

Trem Minuano (esquerda) ao lado de uma locomotiva EMD G12, por Tony Belviso

Trem Minuano (esquerda) ao lado de uma locomotiva EMD G12, por Tony Belviso

 

Locomotivas EMD GL8 (esquerda) e G12 (direita) da RFFSA em Santa Maria-RS, fotografadas em 1981 por Luiz Antonio Gasparini

Locomotivas EMD GL8 (esquerda) e G12 (direita) da RFFSA em Santa Maria-RS, fotografadas em 1981 por Luiz Antonio Gasparini

 

Locomotiva ALCO B12 próxima da estação ferroviária Diretor Augusto Pestana, em Porto Alegre, onde prestava serviços de manobra, em março de 1994, por Carlos E. Mac Ginity

Locomotiva ALCO B12 próxima da estação ferroviária Diretor Augusto Pestana, em Porto Alegre, onde prestava serviços de manobra, em março de 1994, por Carlos E. Mac Ginity

 

Trem de carga da ALL - companhias que opera o transporte de cargas na malha da antiga VFRGS - saindo de um terminal da Petrobras nas proximidades de Esteio-RS. Foto de Luis Fernando da Silva, de fevereiro de 2015

Trem de carga da ALL – companhias que opera o transporte de cargas na malha da antiga VFRGS – saindo de um terminal da Petrobras nas proximidades de Esteio-RS. Foto de Luis Fernando da Silva, de fevereiro de 2015

 

Trem 113 entre as estações São Pedro e Rodoviária da Trensurb, que desde 1986 opera o trecho Novo Hamburgo - Mercado da antiga The Porto Alegre & New Hamburg Railway. Foto de fevereiro de 2015, por Luis Fernando da Silva

Trem 113 entre as estações São Pedro e Rodoviária da Trensurb, que desde 1986 opera o trecho Novo Hamburgo – Mercado da antiga The Porto Alegre & New Hamburg Railway. Foto de fevereiro de 2015, por Luis Fernando da Silva

 

Trem do Vinho operado pela Giordani Turismo, que percorre o trajeto Bento Gonçalves - Garibaldi - Carlos Barbosa, em junho de 2016

Trem do Vinho operado pela Giordani Turismo, que percorre o trajeto Bento Gonçalves – Garibaldi – Carlos Barbosa, em junho de 2016

 

 

Fontes: Ferreoclube (http://www.ferreoclube.com.br); Centro-Oeste (http://www.vfco.brazilia.jor.br); Estações Ferroviárias (http://www.estacoesferroviarias.com.br); Giordani Turismo (http://www.giordaniturismo.com.br); Trensurb (http://www.trensurb.gov.br/home.php); Rumo ALL (http://pt.rumolog.com/default_pti.asp?idioma=0&conta=45); As Ferrovias do Brasil nos cartões postais e álbuns de lembranças – Gerodetti & Cornejo.

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